quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mordendo o próprio rabo

Ah a arte... essa bela capacidade de transformar o banal em raro. Em muito me lembra a alquimia, que transformava o ferro em ouro. Seria o alquimista um artista? Eu ouvi falar que alquimia é uma mistura de ciência, filosofia e arte.

– Arte – essa palavra de novo!

Pra mim a arte não passa da capacidade de mentir aprazivelmente, pois transforma a visão do observador e não o objeto em si.

E uma coisa que eu adoro é desfazer a arte e tornar o raro em banal, pois tudo que eu vejo no mundo são “raridades”.

Com o advento da internet o mundo ficou mais apertadinho, todo mundo está exposto e o que eu achava que iria acontecer, estranhamente, não aconteceu!

Era para toda a monotonia vir à tona. Toda mediocridade ia sair das profundezas do anonimato e subir até a superfície da exposição e toda gordura vulgar iria boiar a olhos vistos fazendo todo mundo perceber o óbvio: As pessoas não têm graça!

No entanto não foi assim que aconteceu.

A realidade mudou e o anonimato deu lugar ao plágio. Tudo ficou igual ainda que esteticamente belo. Todos amam eternamente, são sorridentes e ao mesmo tempo são complexos e complexados.

WTF?!

Onde estão os inseguros, tristes, machucados e com falhas de caráter, que eram tão comuns aqui na Terra?

Bom... eu estou fazendo blog. e você?

terça-feira, 21 de junho de 2011

Back in black

Após um enorme hiato, nada mais justo que um grito.
- Justo? O que seria isso?
- Acho que uma busca por equilíbrio.
- É? Mas qual seria a balança? Qual o mensurador? É isso o que importa não é?
- O que importa são os resultados.
- Olha lá o que você diz... vai acabar mordendo o próprio rabo.

OMFG! I’m back!